julho 09, 2008
FESTIVAL MÚSICA PORTUGUESA HOJE! NO CCB
Decorre entre sexta-feira e domingo no Centro Cultural de Belém a maior mostra de música portuguesa realizada até hoje num Festival que celebra os compositores, as obras e os músicos portugueses. 52 obras de 48 compositores, 3 orquestras, 2 ensembles, 3 concertos de câmara com 19 músicos, 12 concertos de jazz, música improvisada ou electrónica, em formatos e criações inovadoras, e ainda 4 conferências e 2 colóquios.
Comissariado por António Pinho Vargas, Pedro Santos e Rodrigo Amado, o Festival Música Portuguesa, Hoje pretende apresentar o que de melhor se faz actualmente na música portuguesa, atravessando géneros musicais e apostando numa grande diversidade de propostas. Durante três dias, o CCB recebe alguns dos melhores músicos e mais importantes projectos do panorama actual da música em Portugal, da música erudita ao jazz, passando pelo fado, electrónica ou música experimental.
PROGRAMA:
Sexta-feira
Orquestra Sinfónica Portuguesa
Ricardo Rocha Solo
LUME Big Band
Sábado
OrchestrUtopica
Sei Miguel Quinteto
“Pocketbok of Lightning” Nuno Rebelo + Mário Franco
Orquestra Metropolitana de Lisboa
Ernesto Rodrigues Quinteto
João Paulo “Nascer”
Drumming
Camané + Bernardo Sasseti + Mário Laginha
Domingo
Drumming
Quarteto de André Fernandes
Rafael Toral Space Trio
OrchestrUtopica
Orquestra Jazz de Matosinhos com Mark Turner e André Fernandes
Carlos ‘Zíngaro’ + John Butcher + Gunter Muller
Orquestra de Câmara Portuguesa
Rodrigo Amado + Kent Kesler + Paal Nilssen-Love
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julho 08, 2008
KÜHN/SCLAVIS DUO EM ESTREIA NACIONAL
É apresentada no próximo dia 2 de Agosto, nas Caldas da Rainha, a première Nacional do duo formado pelo pianista alemão Joachim Kühn e pelo clarionetista e saxofonista francês Louis Sclavis.
"Ainda que muitos tenham como assente que o mundo é governado pelo Acaso, há coisas cuja inevitabilidade parece mesmo obra do destino. Uma delas era (e vai ser nas Caldas da Raínha) a apresentação ao vivo do duo formado por Joachim Kuhn e Louis Sclavis, dois músicos com percursos paralelos nas lides da música criativa de matriz jazz, mas que raramente ser tocaram no passado, excepto numa única e acalamada vez em duo, no ano passado. Vamos agora ter o prIvilégio de vê-los e ouvi-los juntos, pela primeira vez em Portugal, no mais directo dos “tête-a-têtes”, clarinetes em si bemol e baixo e saxofone soprano de um lado, piano do outro. Não estranhará que algumas das composições a servir de base para o trabalho improvisacional de ambos provenham de outros discos destes reconhecIdos compositores, mas neste contexto soarão a algo de muito diferente. Com uma maior crueza, provavelmente, mas também com um reforço de imediatismo. A fórmula escolhida estará, sem dúvida, carregada de referências das músicas “eruditas” contemporânea mas também clássica (Rameau é uma referência para Sclavis e Bach representa o mesmo para Kuhn) mas igualmente de experimentalismos vários e até das sonoridades mais Jazz, terreno comum para ambos e que fácilmente irá despontar neste concerto. Poderão igualmente acontecer alguns motivos relacionados com a música tradicional francesa, muito presente no discurso de Louis Sclavis, ou outras, para Kuhn serve de referência o majestoso “Journey to the Center of na Egg” com o oudista Rabih Abou Khalil. Não há, de qualquer modo, pastiche de estilos nestes procedimentos, nem piscadelas de olho à facilidade ou superficiais pretenciosismos “pós-modernos”. Este é um jazz-esponja que tudo absorve e torna seu. E por mais que se tente fazer prever o que irá acontecer, génios destes são tudo menos previsíveis… Como músico prodígio, Joachim Kuhn, começou a tocar profissionalmente em 1961 e com o seu próprio trio, fundado em 1964, apresentou pela primeira vez o free jazz europeu na Alemanha ocidental. Tocou em Berlim e Newport e gravou com nomes dos dois lados do oceano atlantico, Gato Barbieri, Don Cherry, Karl Berger, Slide Hampton, Philly Joe Jones, Phil Woods, Joe Lovano, Michael Brecker, Tony Malaby, Scott Colley, Chris Potter, nos Estados Unidos, e Albert Mangelsdorff, Aldo Romano, Jean-Luc Ponty, Michel Portal na Europa. Formou com Jean-François Jenny Clark e Daniel Humair um super trio, aclamado como um dos mais importantes ensembles de piano no Jazz. Com eles tocou desde o seu primeiro encontro em 1985, até à morte do contrabaixista Jenny Clark em 1998. Em 1990, foi possível a Joachim Kuhn voltar a tocar na Alemanha de leste depois de 23 anos fora. Depois de muitos anos a gravar para a Verve (onde gravou um mítico dueto com Ornette Coleman), é actualmente a alemã ACT que dá guarida ás suas gravações a solo ou em trio. Herdeiro em vida de Michel Portal, com quem, de resto, actua regularmente, Louis Sclavis é reconhecido como um dos mais inventivos clarinetistas do planeta jazz e seus arredores, tendo colaborado já com muitas das luminárias da improvisação livre ou estruturada, de Cecil Taylor a Fred Frith, passando por Evan Parker e Mark Dresser. Cada álbum que lança é mais do que uma colecção de peças avulsas, obedecendo a um conceito específico, como foi o caso da pintura mural de Ernest Pignon-Ernest homenageada em “Napoli’s Walls”. As suas composições são realçadas pela invoção dos seus conceitos musicais e cada projecto deste músico Francês é aguardado com enorme expectativa pelo mundo do Jazz. O seu Trio com Aldo Romano e Henri Texier correu mundo (inclusivé algumas viagens de exploração musical por Africa que lhes serviram de inspiração para a música criada) e é, talvez, o mais forte grupo do Jazz Europeu dos últimos anos." (texto da organização)
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julho 07, 2008
COLLAGE AFTER COLLAGE
Está a partir de hoje patente na Trem Azul Jazz Store (rua do Alecrim, 21A, ao Cais do Sodré, em Lisboa), a mostra Collage after Collage, com obras da autoria de Dilar Pereira.
Trata-se de um conjunto de obras provenientes do Daily Collage Project, work in progress desde Setembro de 2006, cujo desiderato compreende a criação de trabalhos executados diariamente, através da realização plástica da colagem.
Segundo palavras da artista plástica, "utilizando todo o tipo de papéis que circundam e rodeiam a nossa vida diária: bilhetes, folhetos, cartazes, panfletos, revistas, embalagens, jornais, etc., cada colagem é uma improvisação plástica, que resulta na criação e reconfiguração de novos significados para esses materiais voláteis. Da conjugação e utilização desses found-papers, inusitados e insuspeitos, resultam novos significados e novos significantes. Articula-se e joga-se nos domínios da cor, da textura, da palavra, da forma, partindo do impulso que resulta do acto de dilacerar, seleccionar, desconstruir, e voltar a compor".
A mostra é visitável das 10h00 às 19h30h, de segunda a sábado, até 8 de Agosto.
Publicado por António Branco às 09:14 AM | Comentários (0) | TrackBack (0)
CRBA ORGANIZA 2 CONCURSO DE FLAUTA "CIDADE DE BEJA"
O Conservatório Regional do Baixo Alentejo (CRBA) está a organizar o 2º Concurso de Flauta da Cidade de Beja, cuja realização está agendada para os dias 18, 19 e 20 de Julho, permitindo desta forma o alargamento do número de dias para preparação e apresentação dos candidatos, passando de 2 para 3 dias.
O Regulamento e a Ficha de Inscrição encontra-se disponiveis para download, aqui.
Caso os interessados queiram ser informados via correio electrónico da divulgação do Regulamento e Ficha de Inscrição poderão enviar o pedido para: concursoflautacidadebeja@crba.edu.pt, com a respectiva identificação, idade, escola que frequentam e respectivo endereço de e-mail.
Publicado por António Branco às 05:09 AM | Comentários (0) | TrackBack (0)
julho 06, 2008
MARIA JOÃO E MÁRIO LAGINHA NO ALLGARVE
Maria João e Mário Laginha esta noite ao vivo na Fortaleza de Sagres.
Publicado por António Branco às 05:35 AM | Comentários (0) | TrackBack (0)
julho 05, 2008
ANTÓNIO PINHO VARGAS HOJE NO CCB
O mais recente disco de António Pinho Vargas, "Solo" (David Ferreira Investidas Culturais) é hoje apresentado ao vivo em concerto, também a solo, no Centro Cultural de Belém.
"Solo" reúne novas leituras de algumas das suas peças mais conhecidas, como “Tom Waits”, “Dança dos Pássaros” e “As Mãos”. Este é apenas o primeiro de dois álbuns duplos, reunindo os discos “Imperfeições 1” e “Imperfeições 2”, sendo que as “Imperfeições 3” e as “Imperfeições 4” serão editadas em 2009.
"Jazz ou lá o que isso é: esta é a expressão com que António Pinho Vargas costuma designar a sua produção na Música Improvisada. E, embora ele trace uma separação muito clara entre esta e a sua composição na Música Erudita, a que tem dedicado a maior parte dos últimos 12 anos, a verdade é que as melodias - as duas que apresenta pela primeira vez mas também as que logo reconhecemos ou as que mais mudaram com um intimismo reforçado -, reduzidas agora ao despojamento do piano, nos fazem muitas vezes pensar em Bach ou em Chopin, e não apenas nas gravações a solo de Keith Jarrett, uma influência inevitável para um pianista da sua geração. Oscilando entre a melancolia e a exaltação, o que, aliás, sempre marcou os seus discos, “Solo” trouxe o desafio acrescido de reencarnar num único instrumento as várias vozes que se faziam ouvir nas interpretações que conhecíamos sobretudo em quarteto. Mas ofereceu-lhe também uma liberdade acrescida que lhe permite evoluir em poucos segundos desde o enunciado quase sem tempo da melodia até à fruição rítmica. Algumas músicas traziam com elas uma maior responsabilidade e chegou a pensar em não as recriar. Mas à medida que as revisitou– no caso de uma ou outra teve de ir ouvir a gravação original -, ganhou optimismo. E os quatro dias e picos da gravação de José Fortes no CCB deram-lhe as asas que desejava e acabou por registar todas as 36 músicas que tinha planeado. Por isso mesmo, “Solo”, que agrupa os seus trechos mais conhecidos, como “Tom Waits”, “Dança dos Pássaros” ou “as Mãos”, será apenas o primeiro de dois álbuns duplos, reunindo os discos “Imperfeições 1” e “Imperfeições 2”, ficando as “Imperfeições 3” e as “Imperfeições 4” guardadas para edição em 2009. Editado esta quarta-feira, dia 25, “Solo” é sem dúvida o mais íntimo dos seus discos. Mas é também fruto dum grande entusiasmo e energia criativa. E são precisamente essa energia e esse intimismo que o público poderá presenciar no primeiro concerto a solo de António Pinho Vargas, dia 5 de Julho, no Pequeno Auditório do CCB. Porquê no Pequeno Auditório? É o regresso ao local do crime, foi lá que o disco foi gravado..." (texto da organização)
Publicado por António Branco às 02:56 PM | Comentários (1) | TrackBack (0)
WOODS HOJE EM CACILHAS
Publicado por António Branco às 10:56 AM | Comentários (0) | TrackBack (0)
BAILES DO HOT NO SÃO LUIZ
Publicado por António Branco às 08:52 AM | Comentários (0) | TrackBack (0)
UM TOQUE DE JAZZ
Na emissão de hoje de "Um Toque de Jazz", as gravações completas de estúdio realizadas para a Clef e para a Verve pela Orquestra de Count Basie nos anos 1950 (1º programa).
Amanhã continuam as gravações completas de estúdio realizadas para a Clef e para a Verve pela Orquestra de Count Basie nos anos 1950 (2º programa).
"Um Toque de Jazz" é um programa realizado e apresentado por Manuel Jorge Veloso, que vai para o ar aos sábados e domingos entre as 23h05 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM e Mértola 92.2 FM).
Emissão on-line: mms://rdp.oninet.pt/antena2.
Webcast: http://195.245.176.20/antena2
Arquivos: http://tv1.rtp.pt/wportal/multimedia/programa.php?prog=1126&from_iframe=on
Publicado por António Branco às 07:12 AM | Comentários (0) | TrackBack (0)
REMIX ENSEMBLE COM PETER ERSKINE
É esta noite (21h00), na Casa da Música (Porto) que o Remix Ensemble toca com Peter Erskine, o lendário baterista dos Weather Report
O Remix Ensemble será constituído por John Parricelli (guitarra), Martin Robertson (saxofone), Laurence Cottle (baixo), sob a direcção musical de Peter Rundel, a que se juntará Peter Erskine (percussão).
O Programa será preenchido com a obra "Blood on the Floor", de Mark-Anthony Turnage, para solistas jazz e grande ensemble e com uma obra de homenagem a Dave Carpenter
"Num encontro especial, o Remix Ensemble e os solistas de jazz Peter Erskine – o lendário baterista dos Weather Report –, John Parricelli, Martin Robertson e Laurence Cottle apresentam Blood on the Floor, uma obra-prima da sensibilidade contemporânea, da autoria de Mark-Anthony Turnage. Neste concerto é também estreada uma obra que Mark-Anthony Turnage acaba de escrever em homenagem ao malogrado baixista Dave Carpenter, recentemente falecido, que integrava a formação inicial deste grupo de solistas. A partir do simples derrame de sangue no chão colorido, que se pode avistar num dos quadros do pintor Francis Bacon, Mark-Anthony Turnage criou uma série de imagens musicais que culminaram em Blood on the Floor. A junção do jazz e da música erudita a que se assiste nesta obra permite rever a alienação das sociedades urbanas e o consumo de drogas. Com uma linguagem melódica e uma capacidade inata para fundir diversas tendências da música urbana nos moldes da música clássica, Mark-Anthony Turnage é um dos mais talentosos compositores britânicos da sua geração. Blood on the Floor resulta do casamento entre dois mundos, o clássico e o jazz, que, em alguns momentos, se assemelham a uma big band. Deste modo, Blood on the Floor responde aos maiores desejos do movimento Jazz-de-encontro-ao-Clássico que começou com Rhapsody in Blue de Gershwin e continuou na década de 50 no movimento Third Stream. O que começou por ser uma interpretação solitária de Mark-Anthony Turnage do quadro Blood on the Floor, de Francis Bacon, rapidamente se estendeu a uma orquestra e três solistas jazz. Para além do Remix Ensemble, o concerto assinala ainda a presença do lendário baterista norte-americano Peter Erskine e do saxofonista britânico Martin Robertson, da génese original, assim como John Parricelli (guitarra) e Laurence Cottle (baixo). A estreia da obra aconteceu em 1996, no Queen Elizabeth Hall, com o Ensemble Modern sob a direcção de Peter Rundel. Passados doze anos e depois de ter sido interpretada por várias orquestras em Londres, Viena, Hamburgo, Berlim e Los Angeles, Blood on the Floor regressa, dirigida de novo por Rundel." (texto da oganização)
Publicado por António Branco às 06:48 AM | Comentários (0) | TrackBack (0)
HERBIE HANCOCK NO ALLGARVE
Hoje, Herbie Hancock, junto ao Monumento Duarte Pacheco, em Loulé.
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julho 04, 2008
ESTORIL JAZZ 2008 ARRANCA HOJE
Arranca hoje o Estoril Jazz 2008, um dos mais carismáticos eventos jazzísticos nacionais (herdeiro do lendário Cascais Jazz), que terá lugar na Fortaleza de Cascais (e não no habitual Parque Palmela, devido a obras de beneficiação neste espaço).
De entre a presença de músicos consagrados, saliente-se a do veterano contrabaixista Ron Carter (amanhã), a do excelente vibrafonista Bobby Hutcherson (dia 11) e a do saxofonista Branford Marsalis (dia 12). O evento encerra com o colectivo JATP – Jazz at the Philharmonic Revisited.
Publicado por António Branco às 05:41 AM | Comentários (0) | TrackBack (0)
julho 03, 2008
9º FUNCHAL JAZZ
Arranca nesta quinta-feira, pelas 21h30, o 9º Funchal Jazz, que decorrerá no espaço muito aprazível nos jardins da Quinta Magnólia.
O programa é o seguinte:
HOJE (21h30)
Angelina
Angelina (voz), João Maurílio (piano), Artur Freitas (saxofone e flauta transversal), Pedro Pinto (contrabaixo) e Jorge Moniz (bateria)
"Angelina Vieira dos Santos nasceu no Funchal, no seio de uma família com tradição musical e desde a infância ouve Jazz por influência dos irmãos e do pai, também músicos. Aos 18 anos deixou a terra natal para descobrir o Porto, cidade que a viu concretizar o desejo de ser médica. Frequentou a Faculdade de Medicina no Hospital de S. João, onde concluiu a formação em 1998, vindo a especializar-se em Neuro-radiologia no Hospital Garcia de Orta em Almada, em 2005. Paralelamente iniciou os estudos musicais em 2001. Frequentou a Escola de Jazz do Barreiro e a Escola de Música Inter-Artes. Teve aulas de laboratório de voz e piano com o pianista João Maurílio e aulas de canto. Actualmente continua a estudar piano. Jonh Coltrane, Miles Davis, Stan Gets, António Carlos Jobim, Sarah Vaughan, Ella Fitzgerald e Rachelle Ferrel são alguns dos nomes que figuram na sua lista de preferências. Angelina tem percorrido o circuito nacional do Jazz com actuações em Auditórios Municipais, bares e outros locais como o Auditório da Ordem dos Médicos em Lisboa ou a Trem Azul Jazz Store, para além do Casino Estoril, onde actuou durante três meses, em horário nobre. Na gravação do seu primeiro trabalho discográfico “Jazz Feelings” (2005) esteve acompanhada por músicos experientes como Cícero Lee (contrabaixo), João Maurílio (piano), Jorge Lee (bateria) e Artur “Jumbo” Freitas (saxofone e flauta) e para a escolha dos temas interpretados foi determinante o desejo da banda de contribuir para a divulgação deste estilo musical". (texto de apresentação)
Didier Lockwood New Generation
Didier Lockwood (violino), Thomas Enhco (piano e violino), David Enhco (trompete), Zacharie Abtaham (contrabaixo), Nicolas Charlier (bateria)
"Tem conduzido uma carreira eclética, abrangendo diversos estilos musicais. Em 1980 já era considerado o sucessor natural na linhagem de violinistas franceses como Grapelli ou Jean Luc Ponti, mas manteve sempre um low profile até aos anos 90. Acabou por marcar duma forma indelével a cena Jazz internacional pela originalidade como improvisador e compositor. Didier Lockwood nasceu em Calais, em 1956, filho de pai violinista de quem herdou a paixão pelo instrumento. Depois dos estudos clássicos, no Conservatório, descobriu a liberdade da improvisação e aos 17 anos juntou-se à cena do rock progressivo, integrando a mítica banda “Magma”. Mais tarde tocou, em Paris com Aldo Romano e Daniel Humair, entre outros, conheceu Stephane Grappelli, com quem viajou e que o conquistou definitivamente para o Jazz. Mais ou menos pela mesma altura (1979) teve um grupo de fusão “Surya” e gravou com Tony Williams. Em 2004 Lockwood celebrou 30 anos duma carreira repleta de encontros inesquecíveis, ao longo da qual gravou mais de 30 álbuns, na Europa e nos EUA, e deu mais de 3000 concertos, frequentando os palcos e festivais de maior prestígio, no mundo inteiro. Por esta altura foram editados um livro autobiográfico e o álbum “Globe Trotter”. Entre as numerosas distinções que recebeu contam-se o “Victoire de la Musique”, “The Blue Note Award”, “The Charles Cross Award”, SACEM (pelo livro de método “Strings and Souls”), “Maurice Yvain Award” (pelo conjunto da sua obra sinfónica) para além de muitos outros. Sempre inspirado pela música, no sentido mais lato, Lockwood mantém-se fiel ao Jazz para o qual transporta os milhões de sonoridades multi-étnicas que recolhe, ao mesmo tempo que explora novos ambientes sonoros. Em 2001 criou uma escola internacional – CMDL – Centre des Musiques Didier Lockwood que se dedica ao estudo da improvisação nos instrumentos de cordas. Para homenagear Grappelli, no centenário do seu nascimento, Lockwood rodeou-se dum conjunto de músicos que partilharam o palco com o Mestre, fazendo assim reviver um artista maior que permanecerá para sempre na memória colectiva. Os concertos serão acompanhados pelo lançamento de um novo disco – “ Stéphane Grappelli Héritage” - que dará continuidade ao registo anterior - “Tribute to Stéphane Grappelli”" (texto da organização).
AMANHÃ (21h30)
Phil Woods & Friends
Phil Woods (saxofone), Ben Aronov (piano), Jesper Lundgaard (baixo), Douglas Sides (bateria), Jesse Davis (saxofone alto)
"Philip Wells Woods, nasceu em Springfield, Massachusetts, em Novembro de 1931. Dedicou-se ao saxofone quando tinha 12 anos, estudando com Harvey LaRose, em Springfield. Aos 16 anos foi para Nova York, passou um Verão na Manhattan School of Music e frequentou, durante 4 anos, o Juilliard Conservatory (onde foi obrigado a formar-se em clarinete). As suas primeiras influências foram Benny Carter, Johnny Hodges e Charlie Parker “…por esta ordem..”, faz questão de precisar… Enquanto ainda estudante tocou com a banda de Charlie Barnet e em 1955/56 trabalhou com George Wallington, Kenny Dorham e Friedrich Gulda, até integrar a Big Band de Dizzie Gillespie, com quem viajou pela América do Sul. Mais tarde, acompanhou a Big Band de Quincy Jones e andou em tournée pela Europa. Em 1962 fez parte da Benny Goodman Orchestra, que foi um dos primeiros grupos a realizar tournées na União Soviética. Nos anos 50 Phil Woods começou a liderar as suas próprias bandas e a gravar para a editora “Prestige”. Colaborou com músicos como Bill Evans, Michel Legrand, Thelonious Monk ou Billie Holiday, foi músico de estúdio, gravando para televisão e filmes e ensinou na Ramblerny. Em Março de 1968 Woods rumou à Europa, facto que determinou o seu regresso aos pequenos grupos de Jazz. Em Paris formou o European Rhythm Machine, grupo que percorreu várias partes do mundo até que, em 1973, decidiu que era altura de voltar a casa. Depois duma breve estadia em Los Angeles, instalou-se em Nova York e com o “Phill Woods Quartet” (mais tarde Quintet), consolidou uma reputação como um dos maiores saxofonistas da actualidade, ganhou 4 Grammys e é aplaudido em todo o mundo tanto pelos críticos da especialidade como pelo público. Na presente década Woods tem-se concentrado especialmente no trabalho com o Quinteto, mas também lidera uma Big Band que apresenta as suas próprias composições e arranjos e é mentor de “Bird with strings… and more!” que é uma versão muito pessoal do projecto de Charlie Parker para Norman Granz, actualizado com novas composições e novos arranjos. Phil Woods é um dos maiores jazzmen de sempre e muito tem contribuído para a preservação e enriquecimento do Jazz. (texto da organização)
J. J. Milteau Sextet
Jean-Jacques Milteau (harmónica), Manu Galvin (guitarra e voz), Michael Robinson (voz), Ron Smith (voz), Gilles Michel (baixo) e Eric Laffont (bateria)
"Os inúmeros artigos e referências acerca de Jean Jacques Milteau são unânimes: é um virtuoso da harmónica, com um talento único, admirado pelos seus pares. Sempre atento ao mundo que o rodeia, é para além do mais, um hábil contador de histórias. Nascido em 1950, no seio duma família parisiense, escolheu abandonar os estudos tradicionais e passar os anos 60 viajando pela América e Europa, acompanhado pela sua harmónica, que acabou por ser o veículo que o levou a percorrer o mundo e actuar nos lugares mais inesperados, desde o do Circulo Polar Árctico até à África do Sul, da Suíça a Cuba, passando pelo famoso palco da Ópera de Paris. Atravessou os anos 70 semeando as notas do Blues nos discos dos cantores franceses como Aznavour, Yves Montand ou Barbara, antes de se lançar em explorações pessoais, tanto em gravação como nos palcos, tendo publicado o primeiro álbum a solo “Blues Harp” em 1989. Embora a paixão inicial pelo Blues nunca tenha desaparecido, as influências de Milteau são abrangentes e incluem desde o zydeco até aos jiggs irlandeses, passando pela rica tradição musical de Memphis, onde gravou, em 2001, um álbum que foi distinguido com o equivalente francês dos Grammy, o prémio “Victoire de la Musique”. J.J. Milteau é um músico curioso e inquieto e tem, ao longo da vida, desempenhado as mais diversas funções: compositor, engenheiro de som, editor, fotógrafo, já compôs bandas sonoras para o cinema, música para programas de televisão e anúncios mas não descura as suas obrigações como cidadão e tenta partilhar as suas experiências e conhecimentos no sentido de ajudar os outros. Ultimamente está a colaborar com médicos em estudos que visam ajudar pessoas com doenças do foro respiratório. Já publicou diverso material didáctico sobre a técnica da harmónica, mas sobretudo continua a tocar e a referir-se ao instrumento que considera o mais popular, o mais próximo, com muito humor e entusiasmo. Se tentássemos resumir tudo isto diríamos que a música de J.J. Milteau nos transporta para um imaginário complexo e os seus concertos são concebidos como filmes num ecrã virtual." (texto de apresentação)
SÁBADO (21h30)
Rosa Pasos
Rosa Passos (voz e violão), Fábio Torres (piano), Paulo Paulleli (baixo acústico) e Celso de Almeida (bateria)
"Rosa Passos nasceu e cresceu na cidade de Salvador da Bahia rodeada de música e da cultura afro-brasileira. Graças ao estímulo familiar, aos 5 anos já era uma pianista promissora e foram também os pais que, na adolescência, lhe apresentaram a música daqueles que acabariam por se tornar nas principais referências musicais da cantora: João Gilberto e Tom Jobim. Inspirada pelo filme ”Orfeu Negro”, de 1959 e pela sua banda sonora, Rosa trocou o piano pelo violão e desde então tem-se dedicado à arte de compor e cantar. Rosa Passos é muitas vezes referida como a herdeira de João Gilberto, chamam-lhe mesmo “João Gilberto de saias”, com isso pretendendo significar que é uma das melhores intérpretes da Bossa Nova da sua geração e é um facto que, tal como o cantor, Rosa possui uma voz cálida, doce e afinadíssima. A sua personalidade e criatividade converteram-na numa das maiores estrelas da moderna MPB, com influências do Jazz e do Samba, e levaram um crítico do “Los Angeles Times” a compará-la simultaneamente a Elis Regina e Ella Fitzgerald. Em 1972 o tema “Mutilados” ganhou o primeiro lugar no festival da Universidade da Bahia, promovido pela TV Aratu, mas logo de seguida Rosa retirou-se do circuito e passou a tocar e compor em casa ao mesmo tempo que estudava música na faculdade. O primeiro disco “Recriação” surge em 1979 e é constituído por temas escritos em parceria com o poeta / compositor Fernando de Oliveira. Depois de um interregno que dedicou à família, Rosa voltou à música, em 1985, recomeçando uma carreira que, desde então, não tem parado de evoluir. Em 1996, retomando a parceria com Fernando de Oliveira, edita “Pano Pra Manga”, um trabalho que atraiu as atenções do mundo do Jazz e lhe valeu um convite para actuar no Jazz at the Bowl iniciando-se aí o reconhecimento internacional que a levou a actuar por toda a Europa, na América do Sul e no Japão, país onde se apresentou pela primeira vez com o saxofonista Sadao Watanabe e que já percorreu, em tournée, cinco vezes. No Brasil, Rosa tem um vasto catálogo de discos e gravações e foi também uma das estrelas do produtor Almir Chediak no projecto “Letra & Música”, uma colecção que celebra os grandes compositores brasileiros e revela a forma inovadora e peculiar como a cantora interpreta temas tão conhecidos como “Aquarela do Brasil”, “Desafinado” ou “Garota de Ipanema”. Carnegie Hall, Lincoln Center, Blue Note e os mais prestigiados festivais de Jazz são apenas alguns dos palcos internacionais que já receberam Rosa Passos, sempre com enorme sucesso. Tem contado com a colaboração de músicos como Ron Carter (com quem gravou o CD “Amigos”), Chucho Valdés, Ivan Lins, Paquito D’Rivera ou Chico Buarque e Diana Krall incluiu duas das suas canções no álbum “The Look of Love”. Rosa participou também no aclamado CD de Yo-Yo Ma - “Obrigada Brasil” – premiado com um Grammy. “Amorosa” (2004) e “Rosa” (2006), editado pela Telarc, uma editora independente especializada em Jazz e Música Clássica, são os mais recentes trabalhos publicados pela artista. Rosa Passos é muito mais que uma prolífica compositora e uma sublime guitarrista. Dona de uma magnífica voz e de um swing extraordinário consegue aquilo que tantos antes dela infrutiferamente tentaram: reinventar a Bossa Nova." (texto de apresentação)
Chucho Valdés Quintet
Chucho Valdés (piano), Mayra Caridad Valdés (voz), Lázaro Rivero Alarcón (contrabaixo), Juan Carlos Castro Rojas (bateria) e Yaroldi Abreu (percussão)
"Jesus Valdés nasceu em Outubro de 1941, em Quivican, Cuba. Pianista, organista, compositor e instrumentista é considerado um dos melhores pianistas do mundo e o mais importante músico do Jazz cubano da actualidade. Começou a tocar piano aos 3 anos, orientado pelo pai o também famoso compositor e pianista Bebo Valdés e aos 14 anos iniciou a actividade profissional na Orquestra Sabor de Cuba dirigida pelo pai. Foi aluno do Conservatório Municipal de Havana, onde trabalhou com Ângela Quintana e mais tarde foi discípulo de Zenaida Romeu e Rosário Franco, cujas influências considera importantes na sua formação musical. Terminou os estudos na Universidade das Artes de Havana. Aos 15 anos formou o primeiro trio de Jazz e o LP de estreia data de 1963 – “Chucho Valdés y su Combo”. No início dos anos 60 fez parte da Orquestra do Teatro Musical de Havana e mais tarde integrou a Orquestra Cubana de Música Moderna, acabando por ser um dos mentores do projecto “Irakere”, fundado em 1973, que operou uma verdadeira revolução no Jazz cubano ao incorporar elementos resgatados às raízes da música tradicional, tendo sido o primeiro grupo desta nacionalidade a receber um Grammy. Responsáveis por este sucesso foram também Paquito D’Rivera e Arturo Sandoval. O reconhecimento internacional de Valdés teve início em 1970, no Festival de Jazz Jamboree (Varsóvia), onde foi elogiado por Dave Brubeck e incluído na lista dos 5 melhores pianistas de Jazz do mundo. A qualidade interpretativa de Chucho Valdés tem sido reconhecida com a atribuição de numerosos prémios e distinções, entre as quais 5 Grammys (um dos quais com a banda “Crisol” que fundou com Roy Hargrove), doutoramentos Honoris Causa, pelas Universidades de Vitoria, no Canadá e de Havana. Nos EUA, foram várias as cidades que lhe atribuíram as suas chaves e entrou para o Hall of Fame do Jazz Latino Americano. Em Cuba recebeu o Prémio Nacional da Música e a medalha Félix Varela, a distinção máxima da Cultura Cubana. Já tocou com os mais representativos músicos do panorama jazzístico norte-americano e são mais de 50 os países que Chucho percorreu em tournée, tendo actuado em cenários como o Carnegie Hall, Blue Note, Lincoln Center, Hollywood Bowl, Village Vanguard, entre outros. Quanto à discografia tem publicados cerca de 52 discos. Mestre em todos os géneros, seja Jazz, Música Clássica ou Música Popular de Baile, é frequentemente convidado por prestigiadas universidades para apresentar conferências que todos consideram notáveis. Actualmente, Chucho Valdés, continua a ser um inovador, a tocar pelo mundo inteiro e a ter um papel fundamental no desenvolvimento da música cubana e do Jazz latino-americano." (texto da organização)
Mais informação em http://www.funchaljazzfestival.com/2008/edicao2008.asp#.
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JAZZ ÀS 5AS NO CCB HOJE COM SINGULARITY TRIO
Prossegue hoje a iniciativa "Jazz às 5ªs", que todas as quintas-feiras, a partir das 22h00 (novo horário!), leva jazz à Cafetaria Quadrante, do Centro Cultural de Belém.
Hoje será a vez de se apresentar em concerto o Singularity Trio, com Alípio C. Neto (saxofones), Masa Kamaguchi (contrabaixo) e Clarence Becton (bateria).
"O termo “singularidade” surge no nome do novo grupo de Alípio C. Neto com o contrabaixista Masa Kamagushi e o baterista Clarence Becton com o propósito de “condensar” o passado, o presente e até o que se perspectiva para o futuro do jazz num único momento, “o momento em que a música acontece”. O ponto de partida, esse, é nas palavras de Alípio “uma revisão da arqueologia dos blues”, raiz primeira deste género musical, e a mensagem a transmitir é a de que o jazz é uma linguagem em constante mutação, movida pela curiosidade relativamente ao que é novo." (texto da organização)
As entradas são livres.
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julho 02, 2008
JAZZ COM TODOS - JULHO 2008
O Jazz Com Todos está em força neste mês de Julho!
Aalguns destaques: o concerto Jazz Com Todos, no dia 9 de Julho, trará um quinteto liderado por Hugo Alves e Pedro Rijo, no Pátio do Centro Cultural de Lagos, e fará um tributo a Charlie Parker e ao Be Bop.
No dia 10, a Orquestra de Jazz de Lagos actua no Centro da Cidade de Lagos. A OJL tem também um recheado mês de Julho, seja na versão completa ou na versão Redux, nomeadamente com os concertos do programa Jazz no Hotel.
O AJMMA - Atelier de Jazz e Música Moderna do Algarve tem inscrições abertas para o próximo ano lectivo.
A maior novidade é que todas as informações sobre o Lagos Jazz 2008, que este ano se realiza de 13 a 17 de Agosto, já se encontram disponíveis. O formato mantém-se, com o necessário destaque para as workshops, já famosas pelo mundo! As inscrições também estão abertas e podem ser feitas através do site referido.
04 Julho - Big Band do Hot Clube de Portugal (participa Hugo Alves) Teatro São Luíz (Lisboa) 21h30
07 Julho - Jazz no Hotel/OJL Hotel D. Filipa (Vale de Lobo) 20h30
08 Julho - Hugo Alves, Sons e palavras Biblioteca Municipal de Lagos 21h30
09 Julho - Jazz com Todos/Tribute to Charlie Parker 5tet Centro Cultural Lagos (pátio) 21h30
10 Julho - OJL Largo Luís de Camões (Lagos) 22h
17 Julho - Jazz no Hotel/OJL Hotel D. Filipa (Vale de Lobo) 20h30
19 Julho - Tora Tora Big Band (participa HUGO ALVES) Seia 22h
20 Julho - Hugo Alves 4tet, Given Soul - Pleno Out Jazz Parque de Monsanto (Lisboa) 18h
20 Julho - OJL Armação de Pera 22h
22 Julho - Jazz no Hotel/OJL Redux Hotel D. Filipa (Vale de Lobo) 20h30
22 Julho - Tora Tora Big Band (participa HUGO ALVES) Tavira 22h
25 Julho - OJL Redux Monte da Quinta Club House (Quinta do Lago) 20:30h
26 Julho - OJL Monte da Quinta Suites (Quinta do Lago) 21:30h
28 Julho - Jazz no Hotel/OJL Hotel D. Filipa (Vale de Lobo) 20h30
A actividade do Hugo Alves (incansável dinamizador de todos estes projectos) será, assim, grande, durante todo este mês de Julho.
Publicado por António Branco às 10:28 AM | Comentários (0) | TrackBack (0)
A SEMANA NO HOT
O Hot Clube de Portugal (Praça da Alegria, 39 - Lisboa) apresenta hoje e amanhã concertos com o LopesLaneFoni Trio (Por/EUA) - Luís Lopes (guitarra), Adam Lane (contrabaixo) e Igal Foni (bateria).
Sexta e sábadoserá a vez de Joana Machado “A Casa do Óscar”, com Joana Machado (voz), Bruno Santos (guitarra), Filipe Melo (piano), Bernardo Moreira (contrabaixo) e Bruno Pedroso (bateria). A direcção musical e os arranjos são de Afonso Pais. No dia 4 será efectuado o lançamento do CD “A Casa do Óscar” (Iplay)
O Hot Clube está aberto de terça a sábado, das 22h00 às 02h00, e que os concertos têm duas partes sendo a primeira das 23h00 às 24h00 e a segunda das 00h30 à 01h30.
Mais informação sobre o Clube pode ser adquirida através da consulta em http://www.hcp.pt, http://pt.wikipedia.org/wiki/Hot_Clube_de_Portugal ou http://www.myspace.com/hotclubedeportugal.
Publicado por António Branco às 06:05 AM | Comentários (0) | TrackBack (0)
julho 01, 2008
MÁRIO LAGINHA EM RECITAL NA AAM
A Academia de Amadores de Música ( rua Nova da Trindade, 18, 2.º esq, em Lisboa) realiza amanhã, ao final da tarde (19h00), um recital pelo pianista Mário Laginha.
A entrada é livre.
Publicado por António Branco às 06:06 AM | Comentários (0) | TrackBack (0)
LAGOS JAZZ 2008
O Lagos Jazz está de regresso este ano ao seu calendário habitual. Depois da edição do ano transacto ter decorrido por alturas da Páscoa, o evento barlaventino volta ao mês de Agosto, entre os dias 13 e 17, com direcção artística e pedagógica de Hugo Alves.
TEXTO DE APRESENTAÇÃO
"2008 traz-nos então a sétima edição deste Festival, que continua a crescer. Sem a Câmara Municipal de Lagos não haveria Lagos Jazz, e nem talvez Jazz nesta Cidade. Todos agradecemos, não só nós, mas também o público em geral, pelo que nos tem dado a entender ao longo dos últimos anos. Em 2008 houve mais novidades, a criação da Orquestra de Jazz de Lagos Redux, uma formação reduzida da original de 18 elementos, o programa Jazz Com Todos com um concerto mensal no Auditório do Centro Cultural de Lagos, o primeiro ano lectivo do AJMMA - Atelier de Jazz e Música Moderna do Algarve... e tudo isto mantendo todas as iniciativas que já realizávamos: Jazz No Hotel, Jazz Na Escola,... Mas voltando ao nosso Lagos Jazz, o formato já é conhecido e manter-se-á. O cartel de concertos mantém a linha de diversidade a que já nos habituamos, e o lote de professores é dos melhores de sempre. Este ano há uma importante colaboração de um Festival italiano, em Orsara, com quem abrimos intercâmbio de alunos e professores. Uma importante colaboração que permite precisamente o intercâmbio da maioria dos professores que vão este ano ocupar os alunos. Orsara faz-se há cerca de cinco anos e utiliza também um modelo semelhante ao Lagos Jazz. Mas vamos então ver que nos reserva... (texto da organização)
CONCERTOS (22h00; Centro Cultural de Lagos):
13 de Agosto
Orquestra de Jazz de Lagos feat. Luís Cunha (dir. Hugo Alves)
"A OJL apresenta o convidado Luís Cunha (trombone). A OJL é a Big Band "cá da terra", mas como muita projecção nacional: além dos Festivais que já percorreu destacamos por exemplo o concerto que deu na Assembleia da República este ano. Depois o concerto para a Ordem dos Advogados, e agora os Jazz No Hotel com mais de uma dezena de concertos. A OJL vem de um 2007 cheio de concertos (45 ao todo!), e ao que parece 2008 não será muito diferente! Luís Cunha é o convidado que se segue na lista das dezenas de convidados que já passaram pela OJL. É um jovem trombonista português, "Made in Portugal" pela Escola do Hot Club de Portugal. É sem dúvida o mais promissor valor no seu instrumento no nosso País, para a área do Jazz, e estará assim em concerto num repertório, como sempre, preparado especialmente para o efeito: um repertório diversificado e onde não faltarão os grandes standards do cancioneiro americano, ou ainda os sons de Duke Ellington ou Count Basie. A Direcção Musical, como sempre e desde o primeiro dia, estará a cargo de Hugo Alves." (texto da organização)
14 de Agosto
Miguel Martins Kaleidoscópio "The Newcomer"
Miguel Martins (guitarra), Carlos Barretto (contrabaixo) e José Salgueiro (bateria)
"O Miguel Martins Kaleidoscópio "The Newcomer", um trio liderado pelo guitarrista que lhe dá o nome, e que editou este seu primeiro trabalho em finais de 2007. Trará com ele o contrabaixista Carlos Barretto, e o baterista José Salgueiro, ambos nomes incontornáveis do Jazz Português. A Música de Miguel Martins está ao nível do que de melhor e mais novo se faz em Portugal neste momento, e "The Newcomer" não fugiu à crítica especializada, sendo destacado. Move-se em conteúdos hard-bop e contemporâneos." (texto de apresentação)
15 de Agosto
Orsara Lagos Jazz Summit.
Antonio Ciacca (piano), Kengo Nakamura (contrabaixo), Ulysses Owen (bateria), Lucio Ferrara (guitarra), Stacy Dillard (saxofone), Luís Cunha (trombone), Hugo Alves (trompete)
"O colectivo de professores apresenta-se em concerto, tendo previamente preparado um "preparado" de temas originais. É sempre um dos concertos mais aguardados neste festival, e vá-se lá perceber porquê? Percebe-se claro! Antonio Ciacca (USA, piano), Kengo Nakamura (USA, contrabaixo), Ulysses Owen (USA, bateria), Lucio Ferrara (ITA, guitarra), Stacy Dillard (USA, saxofone), Luís Cunha (POR, trombone), Hugo Alves (POR, trompete)".(texto de apresentação)
16 de Agosto
Mulgrew Miller Trio
Mulgrew Miller (piano)
"Um nome que dispensa grandes apresentações, é um dos mais importantes nomes mundiais do piano jazz. Tem uma extensa discografia de mais de quatrocentas gravações como líder ou sideman, e é um dos pianistas preferidos entre... pianistas! Foi companheiro de nomes como Woody Shaw, Art Blakey, Benny Golson ou Tony Williams. O trabalho que nos apresenta numa clara linha hard-bop, é o trio que o tem acompanhado nas últimas tours por esse mundo fora, da América, à Europa, e ao Sol Nascente. (texto de apresentação)
17 de Agosto.
Concerto de alunos
"O dia "D" dos nossos alunos em palco, muitos nervos, alguma confusão, natural, como só seria natural. É uma pequena apresentação daquilo que se trabalhou durante a semana. Não é demais lembrar que já ultrapassamos as três centenas de alunos aos longo destes sete anos, e desses muitos foram os que seguiram estudos mais sérios. E foi aqui, no Lagos Jazz, que tudo lhes começou...
WORKSHOPS (13 a 17 de Agosto, 14:00 - 17:00, Centro Cultural de Lagos)
Objectivos:
1) Proporcionar aos participantes 4 dias de trabalho, seguidos de 1 de ensaio geral e concerto, de experiências que contribuam para o alargamento e aprofundamento dos seus conhecimentos musicais e, em particular, do Jazz;
2) Experimentação e divulgação do Jazz enquanto género musical;
3) Criação de Combos (pequenas formações) que interpretarão dois a três temas cada, em concerto final;
4) Criação de um combo de Big Band, também para apresentação no concerto final (dependente do número de inscritos e instrumentos).
Destinatários:
1) Todos quantos toquem um instrumento musical e detenham conhecimentos gerais sobre Música;
2) O workshop não restringe instrumentos mas poderá limitar o número de participantes de acordo com as instalações disponíveis por forma a proporcionar a melhor qualidade de ensino possível;
3) Serão admitidos alunos “ouvintes” não praticantes de instrumento;
4) Não há limite de idade de inscrição; Nota: os alunos devem trazer sempre o seu instrumento (à excepção de pianistas e bateristas), bem como estante para partituras.
Programa de Trabalho:
De 13 a 16 de Agosto, com aula de Big Band (11h00 às 12h30 - apenas se houver alunos e instrumentação suficientes!), aula instrumento/teórica (14h00 às 15h30), aula de combo (15h30 às 17h00);
Dia 17 de Agosto, ensaios gerais e concerto final pelas 22h00 com entrega de diplomas;
Nota: os horários podem ser sujeitos a alterações, sendo então os inscritos informados.
Corpo Docente:
Antonio Ciacca (EUA, piano/combo)
Kengo Nakamura (EUA, contrabaixo/combo)
Ulysses Owen (EUA, bateria/combo)
Lucio Ferrara (ITA, guitarra/combo)
Stacy Dillard (EUA, saxofone/combo)
Luís Cunha (POR, trombone/combo)
Hugo Alves (POR, trompete, coordenação pedagógica, big band)
JAZZ NA RUA (13 Agosto, Centro Histórico de Lagos, 15 Agosto Vila da Praia da Luz):
The New Orleans Jazz Band
JAM SESSIONS (Stevie Rays Blues Jazz Bar: 13, 14, 15 e 16 de Agosto, a partir das 22h30)
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junho 30, 2008
CARTA-BRANCA A PEDRO CARNEIRO NO CCB
Nesta segunda-feira (21h00), e a encerrar a sua temporada enquanto "Artista Associado" do Centro Cultural de Belém, Pedro Carneiro apresenta esta "carta-branca" para retomar antigas colaborações artísticas e inaugurar (como a com o clarinetista francês Louis Sclavis), simultaneamente, novos diálogos criativos.
"Tudo começa com um duo: Pedro Carneiro apresenta-se na percussão com o clarinetista francês Louis Sclavis. Nesta primeira parte, totalmente improvisada, a performance dos instrumentistas é entrecortada pela poesia escolhida e lida pelo actor Miguel Moreira. As obras de câmara de Takemitsu inauguram a segunda parte, executadas pela flautista da Orquestra de Câmara Portuguesa, Natália Monteiro, e por Miquel Bernat e Nuno Aroso do Drumming – Grupo de Percussão. A incidir sobre o corpo dos instrumentistas, André Gonçalves apresenta uma projecção vídeo em tempo real. Temos ainda oportunidade para ouvir pela primeira vez em Portugal a obra "Riff" para marimba e piano, do argentino Alejandro Viñao, com a participação de António Rosado. O palco é partilhado ainda com a estreia absoluta da mais recente criação coreográfica de Teresa Simas, juntamente com Pedro Mendes e Miguel Moreira." (texto da organização)
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junho 29, 2008
AUDIÇÃO FINAL DE ALUNOS DO AJMMA
Tem hoje lugar, pelas 17h00, a audição final de alunos do Atelier de Jazz e Música Moderna do Algarve (AJMMA), na sede da AMS/OJL/AJMMA, rua dos Combatentes da Grande Guerra, 10 em Lagos, com a entrada livre.
Inaugurado em Setembro de 2007, o AJMMA iniciou em Outubro seguinte o seu primeiro Ano Lectivo, a qual teve uma recepção ao público e em termos de alunos, acima do esperado. A AJMMA é um workshop permanente, levada a cabo pela Associação Músicas No Sul, que assim a juntou a outros projectos que já lidera como sejam a Orquestra de Jazz de Lagos, o Quarteto de Saxofones da OJL, o projecto Jazz Na Escola, o programa Jazz No Hotel ou ainda o mais recente Projecto de Concertos e Agenda Jazz Com Todoshttp://www.jazzcomtodos.tk/.
A AJMMA é leccionada por um colectivo de sete professores, liderados pedagogicamente por Hugo Alves . Nesta ocasião o AJMMA mostra o fruto do trabalho deste primeiro Ano Lectivo, numa audição de alunos que apresentarão termas preparados nos seus respectivos instrumentos, nomeadamente: bateria, guitarra, saxofone, trompete, voz, entre outros.
As inscrições para o novo ano lectivo de 1º ano se encontram abertas, e poderão ser feitas através do site http://www.ajmma.tk . As inscrições tem limites de vagas na admissão, e que variam consoante o instrumento. Estão assim abertas as inscrições para: bateria, baixo, guitarra, piano, voz, saxofone, trombone e trompete. AJMMA aceita ainda alunos de qualquer outro instrumento, desde que o aluno detenha um bom domínio do mesmo, ao que será direccionado para as questões mais relacionadas com o jazz e sobretudo improvisação.
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junho 28, 2008
UM TOQUE DE JAZZ
Na emissão de hoje de "Um Toque de Jazz" o sexteto I Visionari do pianista Stefano Bollani (Itália) com Mirko Guerrini (saxofones, flauta), Nico Gori (saxofones, clarinete), Ferruccio Spinetti (contrabaixo) e Cristiano Calcagnile (bateria) nos Estúdios Rolf Liebermann da NDR (Hamburgo) em 20 de Abril de 2007. Gravação Eurorádio.
Amanhã será a vez do octeto Karl Berger & Friends, com Graham Haynes (corneta), Carlos Ward (saxofone alto), Peter Apfelbaum (saxofone tenor, flauta), Bob Stwart (tuba), Mark Helias (contrabaixo), Tani Tabbal (bateria), Ingrid Sertso (voz) e Karl Berger (piano, vibrafone) toca obras de Don Cherry nos Estúdios Rolf Liebermann da NDR (Hamburgo) em 30 de Março de 2007.
"Um Toque de Jazz" é um programa realizado e apresentado por Manuel Jorge Veloso, que vai para o ar aos sábados e domingos entre as 23h05 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM e Mértola 92.2 FM).
Emissão on-line: mms://rdp.oninet.pt/antena2.
Webcast: http://195.245.176.20/antena2
Arquivos: http://tv1.rtp.pt/wportal/multimedia/programa.php?prog=1126&from_iframe=on
Publicado por António Branco às 07:53 AM | Comentários (0) | TrackBack (0)
JEFFERY DAVIS 4TET NO AUDITÓRIO DE ESPINHO
O Auditório de Espinho recebe esta noite (21h30) o Jeffery Davis Quarteto, com o próprio no vibrafone e marimba, André Fernandes (guitarra), Nelson Cascais (contrabaixo) e Carlos Miguel (bateria).
"Jeffery Davis é sem dúvida um caso especial no panorama musical português e particularmente como instrumentista, no vibrafone e marimba. Em 2002 obteve o 1º prémio no Concours International de Jazz em Paris, conquistando uma bolsa para frequentar um curso na Berklee College of Music nos EUA. Jeffery Davis concluiu o curso de jazz Performance Vibraphone e foi considerado como o vibrafonista de topo na Berklee. Numa noite de jazz deliciosamente imprevisível, Jeffery Davis apresenta-se com o seu quarteto constituído por músicos com notáveis carreiras no panorama jazzístico nacional e internacional, nomeadamente, André Fernandes (guitarra), Nelson Cascais (contrabaixo) e Carlos Miguel (bateria)." (texto da organização)
O bilhete normal custa € 5. Os maiores de 65 e menores 25 anos pagam só € 3.
Publicado por António Branco às 07:33 AM | Comentários (0) | TrackBack (0)
EJAN INAUGURA AUDITÓRIO JOSÉ DUARTE
José Duarte completou 70 anos de vida na passada segunda-feira, 23 de Junho. No intuito de comemorar esta ocasião, a Jazz Ao Norte (EJAN), em parceria com a Universidade de Aveiro, assinala os 70 anos de vida de José Duarte, bem como os 50 de total e apaixonada dedicação ao Jazz, com a inauguração do Auditório José Duarte, amanhã, pelas 18h00, nas instalações da Jazz Ao Norte (com entrada livre).
Estarão presentes, para além de José Duarte, o director pedagógico da EJAN, Hélder Bruno Martins, Susana Sardo, docente da UA e mentora do DVD “José Duarte a solo”.
* 18h00 - Boas-Vindas a todos os presentes pelo Director da Jazz Ao Norte, Eng.º Pedro Ferreira
* 18h10 - Descerrar da placa comemorativa
* 18h15 - Entrada no Auditório José Duarte
* 18h20 - Abertura pelo Director Pedagógico da Jazz Ao Norte, Dr. Hélder Bruno Martins. Seguem-se:
o Apresentação do DVD «José Duarte a solo» pela docente da UA, Profª Drª Susana Sardo
o Exibição de excertos do DVD «José Duarte a solo»
o Intervenção final de José Duarte
Mais informação em: http://www.jazzaonorte.com.
Publicado por António Branco às 07:18 AM | Comentários (0) | TrackBack (0)
KENNY GARRETT QUARTET HOJE EM ALCOBAÇA
Actua esta noite (22h00) no Cine-Teatro de Alcobaça (rua Afonso de Albuquerque), o quarteto do saxofonista norte-americano Kenny Garrett, que se completa com Jeff Motley (órgão), Lenny Stallworth (baixo) e Justin Brown (bateria).
Os bilhetes custam € 12 e € 15.
Publicado por António Branco às 06:45 AM | Comentários (0) | TrackBack (0)
junho 26, 2008
II XÔPANA JAZZ EM SETEMBRO
Na sequência do sucesso alcançado com a edição inaugural, o Choupana Hills Spa & Resort (Funchal, Madeira) subiu a fasquia e aposta fortemente este ano no jazz. E fá-lo, de novo, sob a orientação atenta e conhecedora do promotor e crítico Paulo Barbosa (colaborador da Jazz.pt), que conseguiu reunir um cartaz de fazer inveja a muitos certames jazzísticos, em Portugal e além fronteiras.
Num deslumbrante enquadramento paisagístico, com a majestosa baía do Funchal como cenário, o festival - que terá lugar entre 4 e 6 de Setembro próximo - contará com a presença de nomes destacados do jazz actual, verificando-se também, mais uma vez, a presença de figuras gradas do jazz nacional. O modelo de programação mantém-se: três noites de concertos duplos.
O programa completo do II Xôpana Jazz é o que se segue:
Quinta-feira, 4 de Setembro
Bruno Santos "TrioAngular"
Bruno Santos (guitarra), Bernardo Moreira (contrabaixo) e Bruno Pedroso (bateria)
David Binney Quintet feat. Mark Turner
David Binney (saxofone alto), Mark Turner (saxofone tenor); Jacob Sacks (piano); Thomas Morgan (contrabaixo) e Dan Weiss (bateria)
Sexta-feira, 5 de Setembro
Julian Arguelles Quartet feat. André Fernandes
Julian Arguelles (saxofones), André Fernandes (guitarra), Bernardo Moreira (contrabaixo) e Alexandre Frazão (bateria)
Steve Swallow/Ohad Talmor/Adam Nussbaum
Ohad Talmor (saxofone tenor), Steve Swallow (baixo eléctrico) e Adam Nussbaum (bateria)
Sábado, 6 de Setembro
Maria João & Mário laginha feat. Julian Arguelles
Maria João (voz), Julian Arguelles (saxofones), Mário Laginha (piano), Bernardo Moreira (contrabaixo) e Alexandre Frazão (bateria)
Enrico Rava Generations
Enrico Rava (trompete), Mauro Negri (clarinete, saxofones), Giovanni Guidi (piano); Stefano Senni (contrabaixo) e Fabrizio Sferra (bateria)
Informação completa em: http://xopanajazz.wordpress.com.
Publicado por António Branco às 06:10 PM | Comentários (0) | TrackBack (0)
SINES EM JAZZ 2008
A segunda edição do Sines em Jazz tem lugar entre 26 e 28 de Junho, no Centro de Artes de Sines, numa organização da Câmara Municipal local.
O programa é o seguinte:
Hoje (22h00)
Filipe Raposo Trio
Filipe Raposo (piano), Yuri Daniel (baixo) e Vicky (bateria)
"Além do seu projecto a solo ou em trio, Filipe Raposo tem colaborado musicalmente, como interprete ou produtor musical/orquestrador, em diversos projectos. Participou também na área do cinema em filmes como “Crime do padre Amaro” e “Odete”, e é pianista acompanhador da Cinemateca Portuguesa - Museu do Cinema, MONSTRA. É acompanhado por Yuri Daniel, no baixo, e Vicky, na bateria. (texto da organização)
Mikado Lab
Marco Franco (bateria e electrónica), Ana Araújo (teclas e electrónica) e Pedro Gonçalves (baixo)
"Mikado Lab é um projecto do baterista e compositor Marco Franco formado em 2006 e com um disco gravado (“Baligo”). Delicado, frenético, diurno - nocturno, poético, sónico são algumas das coordenadas que definem estas canções. Em 17 de Fevereiro, Ben Ratliff escreveu no New York Times: “Esta inteligente a alerta banda de Lisboa traça um círculo largo ligando o rock, o jazz e a música electrónica, mas com economia e sentido do divertimento suficientes para não perder o norte”. (texto da organização)
Amanhã (22h00)
Sexteto Paulo Perfeito
Paulo Perfeito (trombone), Rui Teixeira (saxofones e clarinete), Rogério Ribeiro (trompete e fliscórnio), Carlos Azevedo (piano), Filipe Teixeira (contrabaixo) e Acácio Cardoso (bateria)
"Formado em 1998 por músicos da Orquestra de Jazz de Matosinhos, o Sexteto Paulo Perfeito desde cedo assumiu uma filosofia de criatividade adoptando um repertório fundamentalmente constituído por temas originais dos seus elementos. Com inspiração no projecto Composers Workshop de Charles Mingus, foi criada uma oficina onde os intervenientes exploram os seus próprios recursos composicionais num ambiente de cooperação e criatividade. A música do sexteto é expressão desse projecto. (texto da organização)
Carlos Barretto Trio
Carlos Barretto (contrabaixo), Mário Delgado (guitarra eléctrica | José Salgueiro, bateria e percussões
"Trio formado na vanguarda do jazz português, desde a sua formação em 1997, surge com “Suite da Terra”, nome do álbum de estreia do grupo, apostado em explorar a fusão entre melodias e ritmos de raiz tradicional portuguesa e a música improvisada, assim como elementos do rock e sabores africanos ou orientais. Confirmada a "portugalidade" que o colocou no primeiro plano do jazz nacional, o seu trabalho evoluiria para uma linguagem mais universal e próxima das novas correntes europeias da música improvisada, com “Silêncios”, “Radio Song” e “Lokomotiv”. (texto da organização)
Pela noite dentro haverá uma jam session com trio LopesLaneFoni, um trio de jazz luso-americano que junta o guitarrista português Luís Lopes a dois músicos de topo norte-americanos, Adam Lane e Igal Foni, respectivamente contrabaixista e baterista. Apresentam-se no Sines em Jazz em ano de lançamento, pela editora de jazz Clean Feed, do seu primeiro álbum, com composições integralmente criadas por Luís Lopes.
Luís Lopes, guitarra | Adam Lane, contrabaixo | Igal Foni, bateria
Sábado (22h00)
Vânia Fernandes & Júlio Resende "Cumplicidade"
Vânia Fernandes (voz), Júlio Resende (piano), João Custódio (contrabaixo) e João Rijo (bateria)
"Formado no inicio de 2005, este projecto assenta na empatia entre a cantora Vânia Fernandes e o pianista Júlio Resende. Em 2007, Vânia aventura-se pelos meandros televisivos, saindo vitoriosa da última edição da Operação Triunfo e Festival da Canção, enquanto Júlio Resende grava com o seu quarteto o primeiro álbum “Da Alma”. Agora, a “Cumplicidade” entre os dois volta a acender-se, explorando e reiventando temas de jazz, mas também oriundos da pop, do fado, da bossa-nova, do funk e de outros géneros. (texto da organização)
Zé Eduardo Unit
Zé Eduardo (contrabaixo), Jesus Santandreu (saxofone tenor), Bruno Pedroso (bateria)
"Trio liderado por Zé Eduardo (contrabaixo), com Jesus Santandreu (sax tenor) e Bruno Pedroso, apresenta o espectáculo “A Jazzar É Que a Gente Se Entende”, que reflecte o trabalho desenvolvido desde 2002 na reinvenção em linguagem jazz de temas musicais que fazem parte do imaginário colectivo. Como o nome indica, a base do espectáculo é a série de álbuns “A Jazzar”, todos eles calorosamente recebidos pela crítica nacional e internacional: “A Jazzar nos Cartoons” (versões de temas de desenhos animados, como “A Abelha Maia” e “Dartacão), “A Jazzar no Cinema Português” (temas como “Cantiga da Rua”, de Milú, ou “Se Eu Fosse um Dia o Teu Olhar”, de Pedro Abrunhosa) e “A Jazzar no Zeca” (versões de temas de Zeca Afonso). (texto da organização)
Mais informação em: http://www.centrodeartesdesines.com.pt/programacao/index.htm.
Publicado por António Branco às 06:47 AM | Comentários (0) | TrackBack (0)
JAZZ ÀS 5AS NO CCB HOJE COM LOPESLANEFONI
Prossegue hoje a iniciativa "Jazz às 5ªs", que todas as quintas-feiras, a partir das 22h00 (novo horário!), leva jazz à Cafetaria Quadrante, do Centro Cultural de Belém.
Hoje será a vez de se apresentar em concerto o trio LopesLaneFoni, formado por Luís Lopes (guitarra), Adam Lane (contrabaixo) e Igal Foni (bateria).
"O guitarrista português Luís Lopes apresenta-se em trio com o norte-americano Adam Lane e o israelita Igal Foni, numa experiência que acrescenta a energia do rock à sua base jazzística. Se o conceito de “power trio” nasceu com o rock na década de 1960 para definir formações como mesmo tipo de instrumentação do triângulo LopesLaneFoni – guitarra, baixo e bateria -, e se os “power trios” daquela época evidenciavam alguma influência, mesmo que indirecta, do jazz (Jimi Hendrix Experience e Cream são bons exemplos), o que Luís Lopes, Adam Lane e Igal Foni procuram é, com base no jazz propriamente dito, trazer do rock alguma da sua característica energia." (texto da organização)
As entradas são livres.
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junho 25, 2008
ONDA JAZZ RECEBE TRIBUTO A GUALDINO BARROS

Gualdino Barros (foto de João Moreira dos Santos, retirada de jnpdi.blogspot.com)
Esta noite (22h30), o Onda Jazz (Arco de Jesus, 7, junto ao Campo das Cebolas, em Lisboa) recebe um concerto de tributo ao histórico baterista Gualdino Barros, veterano do jazz em Portugal.
Em palco estarão músicos como Jorge Palma, Bernardo Sassetti, Rão Kyao, Filipe Melo, Bernardo Moreira, Dany Silva e Bruno Santos.
"Este dia é dedicado a Gualdino Barros, baterista de jazz - à música e à pessoa.
A vida de Gualdino Barros é dedicada ao Jazz e a lançar talentos - é uma figura de proa do jazz nacional. Investiu durante muitos anos no lançamento de jovens músicos portugueses, dando-lhes a primeira oportunidade de pisar um palco.Chega a altura da comunidade jazzística lhe retribuir simbolicamente o apreço merecido através de um concerto que tem como objectivo reunir os seus amigos e os músicos que com ele tocaram ao longo dos anos, para que lhe possam dar as boas vindas e motivar o seu regresso à actividade jazzística após um problema de saúde recente.O evento será um enorme festa surpresa com inúmeros músicos convidados." (Filipe Melo)
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ANTÓNIO PINHO VARGAS REGRESSA AO JAZZ COM "SOLO"
É hoje editado "Solo", o disco que marca o regresso do pianista e compositor António Pinho Vargas ao jazz, com o primeiro disco em 12 anos.
"Solo" reúne novas leituras de algumas das suas peças mais conhecidas, como “Tom Waits”, “Dança dos Pássaros” e “As Mãos”.
Este é apenas o primeiro de dois álbuns duplos, reunindo os discos “Imperfeições 1” e “Imperfeições 2”, sendo que as “Imperfeições 3” e as “Imperfeições 4” serão editadas em 2009.
O disco "Solo" será apresentado ao vivo no próximo dia 5 de Julho, em concerto, também a solo, no Centro Cultural de Belém.
"Jazz ou lá o que isso é: esta é a expressão com que António Pinho Vargas costuma designar a sua produção na Música Improvisada. E, embora ele trace uma separação muito clara entre esta e a sua composição na Música Erudita, a que tem dedicado a maior parte dos últimos 12 anos, a verdade é que as melodias - as duas que apresenta pela primeira vez mas também as que logo reconhecemos ou as que mais mudaram com um intimismo reforçado -, reduzidas agora ao despojamento do piano, nos fazem muitas vezes pensar em Bach ou em Chopin, e não apenas nas gravações a solo de Keith Jarrett, uma influência inevitável para um pianista da sua geração. Oscilando entre a melancolia e a exaltação, o que, aliás, sempre marcou os seus discos, “Solo” trouxe o desafio acrescido de reencarnar num único instrumento as várias vozes que se faziam ouvir nas interpretações que conhecíamos sobretudo em quarteto. Mas ofereceu-lhe também uma liberdade acrescida que lhe permite evoluir em poucos segundos desde o enunciado quase sem tempo da melodia até à fruição rítmica. Algumas músicas traziam com elas uma maior responsabilidade e chegou a pensar em não as recriar. Mas à medida que as revisitou– no caso de uma ou outra teve de ir ouvir a gravação original -, ganhou optimismo. E os quatro dias e picos da gravação de José Fortes no CCB deram-lhe as asas que desejava e acabou por registar todas as 36 músicas que tinha planeado. Por isso mesmo, “Solo”, que agrupa os seus trechos mais conhecidos, como “Tom Waits”, “Dança dos Pássaros” ou “as Mãos”, será apenas o primeiro de dois álbuns duplos, reunindo os discos “Imperfeições 1” e “Imperfeições 2”, ficando as “Imperfeições 3” e as “Imperfeições 4” guardadas para edição em 2009. Editado esta quarta-feira, dia 25, “Solo” é sem dúvida o mais íntimo dos seus discos. Mas é também fruto dum grande entusiasmo e energia criativa. E são precisamente essa energia e esse intimismo que o público poderá presenciar no primeiro concerto a solo de António Pinho Vargas, dia 5 de Julho, no Pequeno Auditório do CCB. Porquê no Pequeno Auditório? É o regresso ao local do crime, foi lá que o disco foi gravado..." (texto da organização)
Publicado por António Branco às 10:44 AM | Comentários (0) | TrackBack (0)
I FESTIVAL DE PERCUSSÃO DO BAIXO ALENTEJO
Estão abertas - até ao próximo dia 30 de Junho - as inscrições para o I Festival de Percussão do Baixo, que terá lugar nos dias 11, 12 e 13 de Julho, em Beja, numa organização do Conservatório Regional do Baixo Alentejo.
Mais informação em: crba.edu.pt.
TEXTO DE APRESENTAÇÃO:
"O desenvolvimento a que temos assistido na nossa região e no nosso País, do instrumento comummente denominado de percussão, conjuntamente com o interesse crescente demonstrado por esta área instrumental, motivam o Conservatório Regional do Baixo Alentejo a organizar o I Festival de Percussão do Alentejo. Neste evento pretendemos contextualizar a percussão nos diversos panoramas musicais em que está inserida. Por essa razão serão abordados assuntos como: montagem e afinação dos diversos instrumentos de percussão; técnicas elementares de execução de vários instrumentos; execução de movimentos motores simples, em imitação ou com notação escrita; exercícios de coordenação e independência motora; iniciação à prática de conjunto no naipe e em orquestra; entre outros."
PROGRAMA:
Masterclasses
1º nível (Secundário e Superior) (habilitação mínima: 5º ano do Conservatório)
Formador: Richard Buckley
Objectivos: Preparação de repertório apresentado pelos alunos; repertório de orquestra; aperfeiçoamento da técnica individual; música de câmara, etc…
Número de participantes: 15
2º nível (Inicial e Primário) (alunos sem qualquer formação musical)
Formadores: João Duarte e Marco Fernandes
Objectivos: aulas de formação musical; aulas de instrumentos que serão divididas em dois grupos: o das peles e o das lâminas.
Limite de inscrições: Não tem limite de inscrições
Workshops
11 Julho | 17h00 – 19h30
Bateria
Formador: Eduardo Lopes
12 Julho | 18h00 – 19h30
Instrumentos de orquestra
Formador: Richard Buckley
Concertos
12 Julho | 21h00
Concerto dos alunos
Auditório Prof. Ernestina Pinheiro
13 Julho | 19h00
Concerto de Encerramento
Claustros da Igreja da Misericórdia (Praça da República)
Publicado por António Branco às 05:24 AM | Comentários (0) | TrackBack (0)























